Centro da Juventude realiza trabalhos em prol das Mulheres
ÚLTIMAS NOTÍCIAS- 12/3/2013
- 12h16min
Os Direitos das Mulheres. Esse é um dos temas que os jovens do Centro da Juventude (CJ) de Santo Amaro estão trabalhando durante todo o mês de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. A ação está sendo coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), por meio da Gerência de Proteção Social Especial de Média Complexidade.
O Dia 8 de Março está sendo comemorado no CJ, com uma palestra de Nanci Feijó, coordenadora da Associação Pernambucana das Profissionais do Sexo (APPS). Ela traz para os jovens sua experiência de vida e a luta em defesa das mulheres contra a exploração sexual. “ Nós mulheres não podemos deixar que os homens nos tratem de maneira vulgar. É preciso ter respeito”, ressalta. Neste mês, os técnicos sociais do Centro da Juventude estão desenvolvendo trabalhos voltados para a prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e o papel dos homens na questão da emancipação das mulheres. Palestras também serão realizadas conscientizando as jovens do CJ sobre os direitos e deveres na sociedade.
Representando Laura Gomes, secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Ana Célia Farias, secretária executiva de Desenvolvimento e Assistência Social destacou que o Dia 8 de Março, não é só uma data para comemorar, mas também para refletir a respeito do que as mulheres vem fazendo para mudar a realidade que vivem. “Ainda somos vítimas de discriminação e violência. Precisamos lutar, reivindicar e garantir os nossos direitos, não só hoje, mas todos os dias”, frisou.
O Centro da Juventude de Santo Amaro presta serviços a 420 jovens de ambos os sexos, na faixa etária de 16 à 29 anos, que encontram-se em situação de vulnerabilidade social e risco. A unidade oferece cursos profissionalizantes, além de refeição, fardamento e vale-transporte.
Dia Internacional da Mulher – No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
