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Vigilância Socioassistencial é tema de oficina para gestores da SEDAS

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  • 30/4/2013
  • 11h33min

A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), por meio da sua executiva de Desenvolvimento e Assistência Social (SEDAS), promoveu oficina sobre Vigilância Socioassistencial. O encontro teve como público-alvo gestores da SEDAS, e foi ministrado pelo palestrante Luís Otávio Farias, coordenador geral dos Serviços de Vigilância Social do Ministério de Desenvolvimento e combate à Fome (MDS).

A Vigilância Socioassistencial é uma área vinculada à gestão do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e tem como objetivo a produção e a sistematização de informações nas regiões sobre as situações de vulnerabilidade e risco que incidem sobre famílias e indivíduos. A Vigilância se baseia nas diferentes etapas da vida do cidadão, desde a infância, passando pela adolescência, idade adulta e terceira idade. Entre suas tarefas, está o acompanhamento dos padrões de oferta dos serviços nas unidades da assistência social, produzindo e sistematizando informações que demonstrem a qualidade dos serviços ofertados.
 
Representando Laura gomes, secretária estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Ana Célia Farias, secretária executiva de Desenvolvimento e Assistência Social destacou a importância do estado ter a Vigilância Socioassistencial. “Essa é mais uma ação de garantia de direitos. A Vigilância Socioassistencial é uma área nova dentro da política de assistência social. Por isso, estamos aqui para aprimorar os nossos conhecimentos, para que, os serviços oferecidos à população tenham muito mais qualidade”, ressaltou Ana.

A Vigilância Socioassitencial deve estar estruturada em nível municipal, estadual e federal e é a principal responsável pela organização no sistema de notificações das situações de violação de direitos. Ela contribui com as áreas de Proteção Social Básica, de Alta e Média Complexidade na elaboração de planos e diagnósticos e na produção de análises baseadas nos dados do Cadastro Único de Programas Sociais.

Luís Otávio Farias, coordenador geral dos Serviços de Vigilância Social do Ministério de Desenvolvimento e combate à Fome (MDS) alertou a necessidade de ter a vigilância socioassistencial nos estados brasileiros. “ É necessário que os governos dos estados  se organizem, se estruturem, para que possam exercer o seu papel fundamental que é o de prestar suporte aos municípios”. Ele ainda acrescenta, “esse encontro é necessários para que possamos nivelar os conhecimentos sobre a vigilância e como podemos caminhar e estruturar dentro da secretaria de estado”, frisou.

 

 

 

 


 

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