O Ilé Asẹ Iyà Odò Omi Mímó, casa de matriz africana, localizada no bairro de Areias, no Recife, celebrou na quinta-feira (25), sete anos de existência
ÚLTIMAS NOTÍCIAS- 06/11/2025
- 16h19min
A iniciativa marca um ciclo de continuidade e reafirmação da fé, da resistência cultural e da espiritualidade afro-indígena brasileira, com foco nas tradições do Candomblé e da Jurema Sagrada.
A celebração deste ano contou com a participação da equipe da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência (SJDH), representada pela Secretária Executiva de Promoção da Equidade Social, Fernanda Chagas, pela Superintendente de Promoção da Equidade Social, Renata Farias, pelo Gestor da Política de Igualdade Racial, Edson do Carmo, além da Coordenadora da Política de Promoção da Igualdade Racial, Marianna Albuquerque e, também, pelo Gestor da Política LGBTQIAPN+, Denilson da Cunha. A SJDH reconhece a importância dos terreiros como espaços fundamentais de promoção da dignidade, da liberdade religiosa e da valorização das culturas de matriz africana. A parceria reforça o compromisso do poder público com o enfrentamento ao racismo religioso e com a garantia dos direitos das comunidades tradicionais.
“Iniciativas como essa contribuem para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à liberdade de crença e à proteção dos povos e comunidades tradicionais, além de estimular o diálogo entre diferentes setores da sociedade”, disse Fernanda.
Fundado em 2018, o Ilé Asẹ Iyà Odò Omi Mímó tornou-se referência na preservação e vivência das religiões de matriz africana em Pernambuco. Ao longo desses sete anos, a casa tem fortalecido laços comunitários e promovido ações de acolhimento espiritual, cultural e social, sempre guiada pelos princípios do Axé e do respeito à ancestralidade.
